O rio e o porto o mar
Que se abre eu vejo-
-Os da mais alta varanda
Da lapa trafaria em frente painéis
De almada na gare marítima
Adivinhados para lá do corredor
Do rádio a voz de amália "cais
De outrora" podia tudo acabar
Neste agora outrora sem
Futuro e acabava bem.
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segunda-feira, 1 de outubro de 2012
VARANDA
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Almada Negreiros,
Amália Rodrigues
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
PARIS, 1927
O que há nos olhos dum auto-retrato?
A coragem de ser em Paris 1927.
Estes olhos aguardavam de almada os olhos
O corpo o espírito.
Não sei de sarah sem almada
A não ser a suspeita levantada pelo
O que se ganhou?
O que se perdeu?
Sarah Affonso, Auto-Retrato, 1927
Col. particular
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